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Os franceses e os turistas: dicas de convivência

25 de fevereiro de 2011

Há pouco mais de um mês recebi e-mail de um leitor que relatava um episódio que ocorreu com seu filho em Paris e que, por causa disso, jurava que não colocaria o pés na França. Perdi o tesão, disse ele. E me pedia para que eu contasse um pouco minha experiência aqui. Foi por isso que no início desta semana resolvi abordar o tema com os leitores, que contaram na nossa página do Facebook um pouco de suas passagens pela França. Também falei disso no programa Elas e Lucros da última quarta-feira. Algumas dicas podem te ajudar a querer voltar sempre. E a não perder o tesão nunca.

1. Restaurantes

1.1. O atendimento

Trata-se de um capítulo à parte e que merece ser entendido porque: 1. o número de garçons é infinitamente menor se comparado ao Brasil; 2. o garçom se organiza para fazer as coisas no tempo dele, de modo que ele dê conta de tudo. Ao chegar a um restaurante, aguarde na porta a pessoa que virá até você e te conduzirá até a mesa disponível. Uma vez sentado, aguarde o garçom. Em tese, ele olha quando todos na mesa terminaram o café e virá perguntar se deve trazer a conta. O mesmo raciocínio vale para todas as etapas da refeição. Logo, uma coisa que é preciso deixar para traz é a mania de levantar a mão para chamar o garçom. Não espere que ele venha e, ainda, dê-se por contente se não te der uma bronca. Ir à restaurantes aqui, portanto, é um exercício de paciência. Mas vale à pena, afinal, esse é o paraíso da gastronomia, não?

1.2. Horários

Se o estabelecimento fecha às 23h isso quer dizer que às 23h ele fechará as portas, os funcionários estarão prontos para ir embora, o caixa estará fechado etc. Não existe chegar as 22:45 e ser atendido simplesmente porque você entrou. E não se esqueça que a única garantia de atendimento é ter feito reserva.

2. A questão da língua

Há leitores que contam que se esforçavam para falar em francês e as pessoas daqui acabavam respondendo em inglês. Isso demonstra receptividade, porque ao perceber a dificuldade das pessoas com o francês, as pessoas se dispõem a falar inglês. Quando cheguei em Paris, em diversos casos se percebiam minha dificuldade com o francês, perguntavam quais línguas eu falava. Lógico que hoje, quando a pessoa não entende meu francês, eu peço desculpas e começo de novo, em francês. Afinal, eu moro aqui e não tenho interesse em falar inglês.  Talvez aquela máxima de que francês não fala inglês, tenha ficado perdida em algum lugar do passado.

3. A receptividade

Duas leitoras comentaram que, ao demonstrar que estavam precisando de ajuda, foram prontamente ajudadas. Eu só tive experiências positivas nesses 6 meses. Mas é preciso fazer algumas considerações. Há uma diferença cultural enorme entre brasileiros e franceses. Nós, brasileiros, confundimos receptividade com intimidade. Aqui, você não trata o garçom ou o atendente da loja por “você” (tu, em francês). Ele não é seu amigo, vocês não  são íntimos. Logo, o ideal é utilizar monsieur e madame. “Bonjour, Monsieur”. As coisas já começam de um outro jeito. Bom dia, por favor e obrigado são palavras mágicas em qualquer língua. Mas aqui vai um pouco além. O Monsieur é indispensável. Formal para nós, educado para eles. E ainda há uma distância física a ser respeitada. Contato físico é para pessoas muito íntimas. Logo, um conselho: não puxe as pessoas pelo braço para pedir informação ou para ser atendido em um restaurante ou uma loja, pois você corre o risco de levar uma patada daquelas. Por último: fale baixo, respeitando as pessoas que estão ao seu redor. E lembre-se que não tem certo ou errrado. Trata-se de diferença cultural cuja compreensão tornará as coisas mais fáceis para você.

42 comentários para “Os franceses e os turistas: dicas de convivência”

  1. […] This post was mentioned on Twitter by Tati Akamine, A Viagem Certa. A Viagem Certa said: Compreenda os franceses: sua viagem será mais tranquila http://fb.me/M9wyL6sh […]

  2. Vivis disse:

    Adorei Clôde!
    E me identifiquei muito no item 1.2 (horários de restaurantes, quando fomos quase expulsas do restaurante ao chegar às 22.45 e querer atendimento) e no 3, quando fui auxiliada no metrô.
    Mas a França é tudo!
    Saudades!
    Bjao

    • jacqueline ojeda schwarz disse:

      Obrigado pelas dicas, pois irei a Paris no mes de maio e estava muito preocupada com os comentarios sobre os parisienses.

      • Clau Gazel disse:

        Espero que seja bem recebida! Todos merecem ir embora com uma boa impressão daqui. Se precisar de outras dicas, estamos aí!
        Bjs

  3. Ótimas dicas!

    Adorei seu blog, muito completo e com ótimo conteúdo!

    Vou visitá-lo sempre!!rs Está de parabéns!

  4. Aurea Borne disse:

    Adoro seu blog! Tenho tirado várias dicas para minha próxima viagem.
    O que vc fala no item 3 é muito verdadeiro, principalmente que trata-se de uma questão cultural. Adoro a França e sempre fui tratada com respeito. E as “palavras mágicas” são fundamentais.
    Parabéns!

  5. Aline Paola disse:

    Olá,

    Passei alguns dias em Paris em 2009 e no próximo mês retornarei. Só tenho boas recordações de Paris e dos Parisienses- povo polido, educado e reservado..excelente! Penso que quando se viaja ao exterior deve-se ter em mente a diferença cultural que encontraremos lá.

    Parabéns pelo site! Estou anotando todas as suas dicas!]

    Bjos

  6. Bel disse:

    Amei as dicas, tudo anotadinho!!!! nao sabia como começar o meu roteiro… Baseando-se no seu, crieu um com minha cara!!! os linkes de cada sugestão foi exelente para chegar ao roteiro final… as dicas de como se comportar tb! rs
    Muito obrigada o seu site é otimo!!!
    bjs

  7. Bel disse:

    ops! excelente!

  8. Juliana disse:

    Olá

    Acabo de conhecer o seu blog e adorei.
    Minha experiência em Paris foi divina e só tenho a agradecer.
    Passei por um “aperreio” ao chegar de metro com duas malas enormes, desci em uma estação onde só havia escadas e muita gente subindo e descendo, no meio de toda essa confusão (sozinha, duas malas enormes e sem saber falar direto) eis que surge um anjo super gentil que me ajudou a subir todos os lances até a “superfície”. Fiquei dizendo merci, merci beaucoup. Vous êtes très gentil. Ele sorriu e sumiu na multidão. Depois de 7 anos, nunca esqueci desse momento unico em PARIS.

    • Urbano disse:

      Eu e minha esposa tivemos o mesmo problema com malas, 2 mega malas e um “Monsieur” nos ajudou a subir uma enorme escadaria.

      • Clau Gazel disse:

        As escadarias sempre causam problemas… especialmente com as malas gigantescas! Que bom que encontraram pessoas para ajudar! Eu sempre digo, mala grande é sinônimo de encrenca, não?

  9. Paulo Sergio Velasco disse:

    Olá, gostei muito de todos os comentários, espero serem uteis para nós, pois estaremos em Paris em Janeiro/2012, será uma passada rápida só de 3 dias, será que terias alguma outra dica alem dessas que por sinal são muito boas???
    abraços

  10. Ana Néca disse:

    Pois eu assino embaixo de todos os bons comentários sobre Paris. E não tem nada melhor nessa vida do que entrar em algum lugar (qualquer que ele seja) e ser recebido com um “Bonjour, Madame”. E foi isso que aconteceu comigo. Sabem do que mais? A gente pega rapidinho essa coisa de ser bem tratado e tratar bem. É só se abrir. Não tinha conversado com ninguém sobre mas, no fim, gente, é só copiar o que eles fazem. Dá certo! :)

    Estive 12 dias em Paris em maio/junho deste ano depois de um mochilão pela Europa e certamente foi o lugar em que mais me bem trataram como turista e como pessoa. Seguindo essas dicas da Clau é possível amar e ser amada por Paris intensamente. E querer voltar pra sempre.

    • Clau Gazel disse:

      Ana Néca, está certíssima!!! É sempre possível amar e ser amada por essa cidade incrível! Bjs!

  11. Dionice disse:

    Olá, adorei seu blog com dicas de Paris. Eu irei em Janeiro/2012 e me hospedarei no Best Western Saint Maurice, na Rue du General Leclerc, gostaria saber qual metrô que embarca pra ir pro centro de Paris, aonde é o embarque dos batobus e dicas para visitação que possamos ir a pé ou de metrô. Lugares de shows a noite que não fique muito longe do hotel e também se o aeroporto Charles de Gaulle fica muito longe do hotel. Os táxis são muito caros ai em Paris?. Grata e um abraço!! Dionice

  12. Allana disse:

    Realmente fui muito bem tratada quando fui à França. Quanto à ‘intimidade’ você tem toda razão. As pessoas no Brasil querem reproduzir o dia a dia na França e sinceramente além de não ser possível não faz sentido em minha cabeça. Você sair do seu país e querer encontrar a mesma coisa fora quebra com o conceito de intercâmbio!

    Abs,

    Allana

    • Clau Gazel disse:

      Falou e disse. Para que viajar se não quer se sujeitar às diferenças culturais? Seja sempre bem-vinda aqui. Bjs

  13. Marta Lima disse:

    Concordo plenamente, já fui várias vezes para lá e nunca tive problemas, como vc disse: bom dia, por favor e muito obrigado abrem portas em todos os lugares do mundo!!!!
    e “Vive La Politesse”……

  14. Elisa Barcellos disse:

    E mais uma vez lá vou eu para a minha cidade adorada! Como bem canta Ed Motta, além do outono no Rio, Paris em abril é o lugar para ser feliz. :)E quem quiser ser bem tratado tme que ter em mente que há, sim diferenças e que a gente é que é a visita. :)
    Eu preciso de uma dica especial: onde encontrar artigos de cozinha sem ser nas grandes lojas? Gostaria de comprar alguns itens para meus momentos de “chef”.
    Outra pergunta: é em Abesses que fica os outles ou estou completamente enganada?
    Obrigada e beijos.

  15. mira torquato disse:

    Fantático, Clau.Mandou muito bem!!! Nós, braileiros, temos o hábito de pedir informações, e nem falar bom dia, nem por favor, e muito menos obrigada.Depois de ler suas dicas, isto me pareceu mais do q óbvio.Vou fazer isso, na minha primeira vez em Paris, em junho.È como vc diz:Qual o sentido de sairmos do Brasil, senão o de conhecer ( e respeitar) outras culturas??? Mira

    • Clau Gazel disse:

      Mira, acho que assim podemos conviver melhor e levar melhores recordações para casa, não é mesmo? Bjs e boa viagem! Se precisar de algo, estamos aqui!

  16. Guto disse:

    Descobri esse blog pesquisando sobre a França e já está nos meus favoritos :)

    Saber e respeitar as diferenças culturais ao visitar outro país é fundamental. Não adianta querer impor a nossa cultura e ser bem tradados. Como você falou muito bem, não existe o certo e o errado, apenas são diferentes ;)

    • Clau Gazel disse:

      Guto, concordo em gênero número e grau. Para viajar, tem que estar aberto às diferenças culturais. Abs!

  17. Juliana Rosa disse:

    Adorei as dicas ! Já ouvi alguns relatos de amigos que me fizeram ficar receosa com relação aos fanceses, mas tudo o que você disse é muito coerente: às vezes as pessoas podem nem perceber, mas não estão respeitando as “regras” de etiqueta que a cultura local pede !

  18. Laura Martins disse:

    Estivemos, eu e minha filha de 11 anos, na França entre março e abril deste ano.
    Se eu disser que fomos bem tratadas pelos franceses estarei sendo simplória, pois a palavra que me vem à mente é MIMADA ! Sim, ultra super mimada !!!
    Do idioma conhecia o básico e antes de viajar me empenhei bastante… Deu certo !
    Aliás, conversei muito com várias pessoas que me auxiliaram, com vendedores,transeuntes… Também não tivemos problemas para nos locomovermos dentro da França. Conclusão ?
    Minha paixão por Paris aumentou exponencialmente e a vontade de regressar sempre se fará presente até que chegue a data da próxima viagem (no meu caso, já no próximo ano !!!).
    Minha receita?
    Conhecermos um pouco da lingua, tratarmos os franceses com extrema educação adicionando uma pitadinha da nossa famosa simpatia brasileira.. é tiro e queda !!!!

    • Clau Gazel disse:

      Laura, fico muito feliz quando leio relatos como o seu! Eu só tenho experiências positivas desde que cheguei aqui. Abs!

  19. Jorge F. Yamamoto disse:

    Viajei com minha família para Paris no ano passado e adoramos! Antes da viagem, alguns comentavam que os franceses eram chatos, ranzinzas, etc. Bem, tratamos as pessoas como gostaríamos de sermos tratados: com respeito e educação, pedindo desculpas por não ter familiaridade com o idioma local e procurando nos comunicar e nos comportar na maior civilidade. Em todos os lugares, restaurantes, metrô, lojas, museus e atrações fomos muito bem atendidos.

    De fato, o brasileiro às vezes não entende que cordialidade não é intimidade, que há organização em muitos lugares e nada de quebra-galho, que vale a pena conhecer melhor o outro em vez de impor algum comportamento.

  20. Eryka Barreto disse:

    Acho que essas dicas são válidas não somente para Paris/França…pois quando visitamos outro lugar devemos, em primeiro lugar, ser humildes e educados, repeitando a cultura e hábitos locais…nos esforçando para ir até eles e não o oposto….Afinal, o “diferente” lá somos nós.Não custa dar uma estudadinha antes de viajar e uma relaxadinha no ego.Humildade,discrição, simpatia e respeito sempre serão bem-vindos e abrem muitas portas em qualquer lugar do mundo em que estivermos.

    • Clau Gazel disse:

      Concordo Eryka. Isso tudo é muito importante. O respeito às outras culturas, sobretudo, pode facilitar as coisas! Bjs

  21. sidney junior disse:

    olá clau gazel, gostaria de saber, qual o grau de dificuldade para brasileiros conseguirem emprego e moradia m paris? pois assim… Sempre sonhe em viajar para a europa conhecer outras culturas e pessoas.
    Mais assim, estou querendo ir para paris agora no mês de junho para conhecer. Umas dicas irão ajudar bastante ja que vi que você conhece muito paris e as pessoas..
    Aguardo suas dicas. Obrigado. :)

  22. Silmara disse:

    Oi Adorei as dicas parabéns pela iniciativa , tenho procurado dicas de viagem em Paris e as suas são as melhores… Porém estou desistndo de ir, sou comissaria de voo da Tam mais só faço voos nacionais , não falo frances e nem o ingles . Iria sozinha para passar 5 dias só para conhecer e realizar meu sonho de conhecer a torre e o arco .
    Mas agora fico me imaginando sozinha sem conseguir me comunicar e com pouco dinheiro não dá né….
    Fiquei muitoooo triste :(
    Eu iria dia 25 e voltaria dia 30 de Junho
    Voce sabe me dizer quanto custa em média um Guia e se tem guia turistico que fale portugues ou espanhol…
    Desculpe estou em um computador que não tem pontuação , pontos de interrogação rsrsrs
    Muitoooo obrigada.

    • Clau Gazel disse:

      Silmara, tudo bem? Escreve para mim por email e te passo o contato direto de nossa guia! E venha sim! Garanto que vai aproveitar! Abs

  23. JOÃO GUILHERME disse:

    CAROS AMIGOS, VI QUE OS SENHORES DERAM DICAS DE ROTEIRO PARA AS PESSOAS.
    EU E MINHA CARA METADE ESTAREMOS EM PARIS DE 12 A 16/9/13 , VINDO DE BERNA.
    VIMOS TROCENTOS BLOGS E SITES E ESTAMOS NOTANDO QUE 5 DIAS EM PARIS É POUCO. COMO CADA MOMENTO DEFINIMOS UM ROTEIRO DE PASSEIOS, GOSTARIA DE SUA OPINIÃO E DICA.
    GRATO PELA AJUDA.

  24. Aurea Borne disse:

    Perfeito! o que as pessoas as vezes não se preocupam é entender a cultura local e, principalmente, que é diferente da nossa.
    Eu sempre fui bem atendida na França, sempre me esforcei para falar ao menos as ‘palavras mágicas’ em francês, as pessoas reconhecem o esforço sim.
    Encontramos pessoas rudes em qualquer lugar e pode acontecer, mas é só seguir em frente…
    Agora, cá entre nós, intimidade mesmo é para poucos e também não gosto dessa mania que alguns brasileiros tem.
    Parabéns pelo blog, adoro!!!

  25. roberto disse:

    Segui exatamente estas regras,sem conhece-las antes, e não tive nenhum problema. Fui muito bem atendido em todos os locais e restaurantes por onde passei. Quando era impossível a comunicação em francês o inglês entrava e resolvia tudo. Acho uma beleza a França.

  26. Ludmila disse:

    Passei 2 semanas na França (basicamente Paris, com 2 escapadelas) e fui super bem atendida!Mesmo falando bem francês (estudo há 5 anos), alguns quando percebiam meu sotaque, começavam a falar inglês.. eu tornava a responder em francês e as vezes até pedia para falarem em francês, mas por vezes não adiantou rs. isso até me irritou, mesmo porque meu francês é muito melhor que meu inglês macarrônico.. isso certamente colocou por terra a lenda de que francês não gosta de falar inglÊs. isso é uma tremenda mentira!
    Sempre fui educada e recebi de volta a educação.. muitos demonstraram gostar muito do Brasil, de brasileiros, e além da educação mostraram simpatia. Ironicamente a UNICA pessoa que me tratou mal foi um cara do mÊtro que, pasmem, é pago para dar informações rs. AS pessoas nas ruas e mesmos os garçons, todos foram educados.. os garçons são muito rapidos, então as vezes a eficiência deles pode ser confundida com rispidez.. mas é preciso respeitar a cultura de onde está. Claro que talvez o fato de eu falar francês tenha ajudado, mas acredito que não foi imperativo. Basicamente a dica é: seja educado (Bonjour, Bonsoir,Madame, Monsieur, S’il vous plâit, pardon, excuse-moi e merci são palavrinhas mágicas), respeite a cultura local e não dispense o sorriso. Para ter informações na rua, eu já começava com a pergunta e depois vinha a educação, rs porque notei que muita gente tinha receio.. há uma ´serie de golpes nas ruas (não caiam no golpe do anel “achado”, do abaixo-assinado etc), então acredito que as pessoas pensem que você é uma desses pilantras, ou pedintes (sim, em Paris há mendigos!).. assim que percebem que você só é um pobre turista brasileiro perdido, já são simpáticos e receptivos. Paris é uma cidade incrível!!! é uma besteira amaldiçoar uma cidade por conta de uma ou duas pessoas não tão simpáticas (para os padrões brasileiros), afinal, até parece que todo brasileiro é gente boa!

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